Os estudos/matérias anexadas, evidenciam que a inteligência artificial (IA) está sendo usada para criar perfis falsos de figuras médicas, com rostos e vozes clonados, para promover curas milagrosas e tratamentos fraudulentos. Segundo o texto, contas inteiras são criadas para simular autoridade médica, enganando o público com vídeos realistas e discursos convincentes. Além disso, a IA está sendo empregada para gerar “artigos científicos” falsos: os golpistas produzem documentos com aparência acadêmica — gráficos, citações, DOIs fictícios, estrutura de paper e afiliações institucionais falsas — que são usados para disseminar desinformação científica sobre temas como vacinas, mudanças climáticas ou dietas radicais.
A participação de Ergon Cugler, pesquisador da FGV e co-fundador do Laboratório de Desordem Informacional é central no debate: ele destaca que essa distorção da ciência ameaça não apenas a credibilidade individual dos cientistas, mas todo o “pacto social” do conhecimento. Para ele, é crucial desenvolver protocolos que identifiquem e rotulem conteúdos gerados por IA com estética científica, garantindo transparência e protegendo a confiança pública na ciência.
Link da matéria: https://theconversation.com/inteligencia-artificial-e-cada-vez-mais-usada-para-fraudar-divulgacao-cientifica-e-aplicar-golpes-261535
Outras menções:
Congresso em Foco: https://www.congressoemfoco.com.br/artigo/110897/por-que-todos-os-conteudos-gerados-por-ia-devem-rotulados-na-internet
The Conversation: https://theconversation.com/inteligencia-artificial-e-cada-vez-mais-usada-para-fraudar-divulgacao-cientifica-e-aplicar-golpes-261535 e https://theconversation.com/reptilianos-e-a-cidade-perdida-de-ratanaba-como-videos-feitos-por-ia-turbinam-delirios-e-teorias-da-conspiracao-261536
